Quem sou eu

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Nascido no Rio de janeiro, no dia 31 de Outubro de 1976, Casado e Apaixonado pela minha Esposa Sabrina, Pai da Gilullia e da Isabella, Membro da Igreja Messiânica Mundial do Brasil desde 1996, fui responsável Pelas Igrejas Vila Olímpia, Brooklin, Coelho Neto, Rocha Miranda, Bonsucesso e Olaria, e atualmente me dedico a Assistência de Johrei aos Membros Enfermos e também aos "Encontros com Meishu-Sama no Lar" dos Membros da Igreja.

30 de dezembro de 2011

Meus Sinceros Agradecimentos !!!

Olá Amigos,
Desculpem a minha ausência do Blog, pois estou de férias com minha Família e não estou conseguindo postar quase nada, meu 3G não pega onde estou, e só acesso a internet na Lan House próxima a nossa casa, ela tem 5 micros para 10.000 pessoas esperando sua vez, dei sorte de chegar agora e não ter ninguém, por isso vim dar uma satisfação para todos aqueles que me mandaram perguntas para o email, que assim que chegar no Rio, responderei à todos. Agradeço de coração à todos vocês que fizeram o 2011 da minha família valer a pena, foi um ano maravilhoso apesar das muitas purificações, aumentei minha Fé em Deus e Meishu-Sama, Valorizei ainda mais minha Família e os meus Amigos, e depois de 2 anos de Orações, e observar os "Sinais de Meishu-Sama" tomei uma decisão que vai mudar definitivamente a minha vida, a vida da  minha Família e a vida de muitas pessoas, que buscam viver uma "Fé Paradisíaca".

Um Feliz Ano Novo e "Vamo que Vamo" que em Janeiro teremos novidades !!!

Segue um texto para o nosso estudo e reflexão. 

(Colaboração do meu Amigo Marback Junior )

Família e Trabalho  

Embora o discurso vigente seja a favor das pessoas (funcionários), a prática (infelizmente) tem demonstrado o contrário: a cada dia que passa está mais difícil trabalhar, a pressão vai aumentado! Pressão por novos cortes de custos, pressão por maiores resultados, pressão para adquirir novos conhecimentos.

Resumindo: pressão, pressão e mais pressão.

Algumas empresas resolveram sugar os seus funcionários. Doze, treze, quatorze horas de trabalho diário, sábados, domingos. Dedicação quase exclusiva aos interesses da empresa. Quando não trabalha igual a um camelo o funcionário é considerado "não comprometido".

Conheço um determinado banco que nos seus treinamentos para gerente tem a prática de fazer a seguinte questão para os participantes:
- Para você, quem vem em primeiro lugar, o banco ou a sua família?
Quando alguns respondem que colocariam a família em primeiro lugar, imediatamente o instrutor responde:
Então vocês não servem para o nosso banco, queremos gente que coloque a nossa empresa em primeiro lugar nas suas vidas.

Será que o tal banco está correto? Será mesmo que você deve continuar colocando a sua empresa (e o seu trabalho) em primeiro lugar nas suas prioridades?

Respondo: absolutamente NÃO !!!

E a justificativa é muito simples: você se dedica à empresa em detrimento da sua família; depois de algum tempo a empresa lhe demite porque você não serve mais aos seus interesses comerciais. Aí você volta para a sua casa (e para a sua família) e observa o estrago que a sua ausência causou: filhos que cresceram longe do pai (ou da mãe), cheios de problemas e carências; jovens perdidos e desestruturados (muitas vezes entregues aos vícios), sem direção e sem perspectivas.

Aí você se lembra que, quando saia cedo para trabalhar o seu filho ainda estava dormindo, e quando voltava para casa ele já estava dormindo de novo.



Lembra quando ele deu o seu primeiro chute no futebol ou quando a filha fez a sua primeira apresentação do balé, onde você estava? Trabalhando...

Aí você poderia dizer:
- Mas eu trabalho justamente para dar conforto aos meus filhos!


Eu lhe digo:
Pergunte a eles o que preferem. Se é o presente da moda ou a presença do pai (ou da mãe) ao seu lado. Pergunte, você vai ter uma surpresa...
Antes que seja tarde demais, entenda que:

a) A maioria das empresas vive sob a lógica do mercado. Enquanto o funcionário gerar resultado positivo: fica; quando não for mais útil: r-u-a. Sem dó, nem nenhuma lembrança dos “anos de casa” ou do “sangue derramado” pela organização.

b) A família é muito mais importante do que a empresa. Se não der para conciliar as duas coisas (ambas com qualidade), prefira a família. Não estou dizendo para você parar de trabalhar e ficar em casa (o trabalho é necessário e bom). O que eu estou dizendo é: trabalhe menos, ganhe menos, “curta” os seus filhos, ame a sua esposa, esteja presente... viva melhor!

c) Entenda que a sua família precisa mais de você do que do seu dinheiro. O dinheiro é importante, mas a pergunta é: as custas de quê? Para a família ter posses, quem pagará o preço?

d) Entenda que nada substitui os pais na educação dos filhos. Não imagine que você vai encontrar uma “boa escola” ou uma “boa babá”. Não terceirize a educação dos seus filhos, todos pagarão a conta depois...

e) Entenda que certos eventos só acontecem uma única vez. Se você não estiver lá para ver, nunca mais...


Posso até ouvir o diálogo:
- Cadê o papai?
- Está trabalhando meu bem.
- De novo??? Ele nunca está quando eu preciso dele... Não sei pra que existe esse negócio de pai.


Por último, quando você estiver no seu leito de morte, tenho certeza de que você não vai ficar chateado por não ter sido mais rico ou mais poderoso, mas com certeza vai se lembrar de tudo que você não fez e de todas as pessoas que você não amou como deveria...


No leito de morte, as pessoas não se lembram do seu dinheiro, mas da sua família, dos seus filhos; enfim, de tudo que deveriam ter feito, mas não fizeram, porque estavam ocupados demais, trabalhando...

O conselho é simples: trabalhe tudo o que puder, mas sem comprometer as coisas mais importantes.

Diante disso, despeço-me, pensando sobre as coisas que já perdi por estar “ocupado demais” e sobre as coisas que ganharei quando estiver “disponível” para amar mais e me relacionar mais com aqueles que Deus me presenteou como “minha família”.

27 de dezembro de 2011

Onde estou? Aonde quero Chegar em 2012?

Olá Amigos, espero que todos tenham tido um Natal Especial assim como foi o meu ao lado das pessoas que Amo. 


Todo final de ano sigo um Orientação que recebi do Rev. Yamamoto em Junho 2001, no Solo Sagrado de Guarapiranga, que este ano completam 10 anos que eu pratico com muitos resultados não só na minha vida como na vida de muitos Membros. 


Estávamos no intervalo de uma aula para seminaristas e ele me olhou nos olhos e falou: 
- Marcelo posso te fazer uma pergunta?  
E eu disse: claro Reverendo fique a vontade.


- Você me disse que tem 100 Membros ligados a você no Johrei Center não é mesmo? Respondi que sim.

- Você sabe o problema de cada um dos 100 Membros ligados a você? Eu disse que não.

- E continuou me perguntando: Você sabe o Sonho de cada um dos 100 membros do seu Johrei Center? Mais uma vez disse que não.


- Sabe Marcelo, todo Ministro tem o dever de saber qual o Sonho de cada um dos Membros ligados a ele, para que ele Ore diariamente para que esses sonhos sejam realizados, de acordo com a vontade de Deus e Meishu-Sama, se o Ministro conseguir fazer isso, ele também terá os seus Sonhos realizados, conseguirá ganhar a confiança do Mundo Espiritual para expandir bastante, fazendo os Membros felizes e deixando Meishu-Sama ainda mais Feliz, entendeu?
- Com certeza Reverendo pode deixar que vou me esforçar em praticar.


Desde então, pratico essa orientação com muito resultados.


segue o passo a passo da minha prática:


1º passo: Reflexão sobre Onde estou? 
Como está minha vida hoje? Estou Feliz? Como está o meu Sentimento? Tenho mágoas? Como está a minha relação com Deus e Meishu-Sama? Como está minha Saúde? Meu Casamento? Minha Família? Minhas Finanças? Meu Estudo? Meu Trabalho? Tenho Dívidas? Quanto?


2º passo: Reflexão sobre Onde quero Chegar? 
Quais são os meus Sonhos e Objetivos para o ano que vem? Saúde: perder, ganhar peso, curar de alguma doença, fazer exercícios físicos, etc... Casamento: acabar conflitos, cuidar melhor, renovar votos, etc... Filhos: ter mais tempo, passear, ouvir mais, etc... Família: pai, mãe, irmãos e etc... Estudo, Cursos, Pós graduação, etc..., Trabalho, promoção, procurar outro, mudar de ramo e etc..., Diversão, passear, viajar,  etc..., Finanças, pagar dívidas,  atividades extra, etc... Bens Materiais, comprar ou reformar casa, comprar carro, etc...


3º passo: Escrevo no formulário "Entrega dos Problemas" tudo aquilo que está me preocupando, inclusive todos os sentimentos que não me fazem bem, mágoas, ressentimentos, julgamentos, e etc...


4º passo: Escrevo no formulário "Sonhos e Objetivos" tudo que eu desejo para o ano que vai iniciar.


5º passo: Aconselho os Membros que desejam fazer como eu fiz e dou 2 semanas para que eles preparem também seus formulários de "Entrega dos Problemas", "Sonhos e Objetivos" e tragam para a Igreja no dia marcado para colocarmos no Altar e orarmos juntos.


6º passo: Colocamos no Altar da Igreja, todos os nossos Sonhos e Objetivos e entregamos todos os nossos Problemas nas mãos de Deus e Meishu-Sama.


7º passo: Assim que termina a Prece, queimamos o formulário de "Entrega dos Problemas" e semanalmente fazemos uma Prece Especial com o formulário dos Sonhos e Objetivos no Altar para que eles sejam realizados.


Graças a essas práticas muitos Milagres aconteceram, muitos Sonhos foram realizados, ao longo desses 10 anos.


Porque você também não experimenta, ainda faltam 5 dias para terminar o ano, você sabia que só em você colocar no papel, as coisas já começam a mudar na nossa vida?


Pode acreditar que dará certo, pois Deus e Meishu-Sama são especialistas em fazer o Impossível tornar possível.


É claro que não é só saber "Onde Estamos" e "Aonde queremos Chegar" precisamos saber "Como Vamos Chegar" e estaremos Orando e Estudando juntos sobre isso nos próximos dias ok?


Caso queira tirar alguma dúvida ou me enviar seus Sonhos e Objetivos para que eu possa orar semanalmente, envie um   
e-mail para: ministromarceloazevedo@gmail.com 


Um Grande Abraço

25 de dezembro de 2011

25/12 - Última Lição para todos os Ministros e Líderes


Meishu-Sama lutava sem medo até o Fim
Uma coisa, porém, Meishu-Sama não admitia: a crueldade, sobretudo contra os mais fracos. Diante de situações assim, ele lutava, sem medo, até o fim. Repudiava também a maldade, a falta de caráter, de dignidade e de humanidade, a preguiça, a arrogância e a inveja.

Meishu-Sama Vivia com Alegria mesmo nas situações difíceis 
Como já disse, o lema de Meishu-Sama era “viver com alegria”. Mesmo nas situações mais difíceis, sempre procurava mantê-la, espantando os males com um sorriso. Ele dizia: “Sem dificuldades, não há fortalecimento; sem polimento, não há brilho. Por mais que uma pessoa nasça numa boa família, ela precisa passar por determinados obstáculos, para que se torne um instrumento de fácil utilização para Deus”. Por esse motivo, Meishu-Sama era de opinião de que os pais precisam deixar os filhos enfrentar as dificuldades.

Meishu-Sama era Autêntico e Honesto consigo mesmo
Reconhecendo que mesmo as coisas ruins são boas, vivia uma vida paradisíaca. Agia com naturalidade, sendo autêntico e honesto consigo mesmo. Tinha um sonho muito grande e desenvolveu suas atividades com o sentimento de que todo e qualquer trabalho que desenvolvia era obra divina, como expressou, certa vez, quando cuidava do jardim: “Não penso que este é o meu pequeno jardim. Estou carpindo o Jardim do Céu”.

Meishu-Sama aguardava o tempo certo das coisas
Meishu-Sama deixou-se conduzir pelas mãos de Deus. Quando algo não corria bem, ele dizia: “Agora, não é o momento certo
para Deus”. Caso ocorresse o oposto, comentava: “Foi graças à permissão divina!”

Sem dúvida, Meishu-Sama levou uma vida feliz.
 
3ª parte (final) da Tradução livre do relato da Profa. Miyako Yoshioka
segunda filha de Meishu-Sama e Nidai-Sama (fonte: Revista Izunome)

Espero que tenham gostado deste Material de Estudo, que muita gente já tinha esquecido (inclusive eu). Que ele seja uma das nossas diretrizes para o Ano de 2012, e que possamos colocar em Prática todos os esses ensinamentos de Meishu-Sama deixados pela sua filha através desta entrevista.

Muito Obrigado pelo apoio de todos os Leitores do nosso Blog, continuem comentando seja através de incentivo ou através de críticas, pois não sou e nem tenho a pretensão de ser o dono da verdade, e ainda tenho muito que aprender, um Beijo no coração e "Vamo que Vamo" que 2012 será Especial para todos nós que amamos esta Obra Maravilhosa !!!








24 de dezembro de 2011

24/12 - Mais uma Lição para nós Ministros e Líderes


Meishu-Sama Vivificava o Potencial de cada Membro
Meishu-Sama adorava vivificar as flores. Observando seus arranjos, percebemos que, mais do que arrumar as flores num vaso, ele dava vida a elas, realçando suas características mais belas. E era com este mesmo sentimento que lidava com o ser humano: descobrindo suas qualidades, seu lado belo, e, atribuindo-lhes uma dedicação apropriada, procurava vivificar o potencial de cada indivíduo.

Meishu-Sama tinha profunda Gratidão pelos Membros
Meishu-Sama, humildemente, dizia: “Não sou uma pessoa importante. Só consigo desenvolver este grande trabalho porque tenho pessoas maravilhosas que me apoiam. Se estivesse sozinho, por mais que eu me esforçasse, não conseguiria
realizá-lo plenamente.” Ele nos ensinou que “gratidão gera gratidão”. Com relação aos membros, sempre agradecia de todo coração, dizendo-lhes “muito obrigado”. Aprendi com ele que, se sempre agradecemos, sinceramente, até as coisas mais comuns, a pessoa que as fez ou as preparou para nós fica feliz por ver nossa alegria e sente-se motivada a ter a mesma atitude outras vezes. Se reclamamos, acontece justamente o contrário.

Meishu-Sama sempre se colocava no lugar dos Membros
Posso dizer que uma das maiores qualidades de Meishu-Sama era sua habilidade de não magoar as pessoas. Graças às dificuldades que enfrentou na vida, ele conseguia colocar-se no lugar do outro e sentir seu sofrimento como se fosse seu. Tinha como princípio não submeter as pessoas àquilo a que ele mesmo não gostaria de ser submetido.

Cuidado com o sentimento que despertamos nas pessoas
Ensinava também que não deveríamos atrair o ódio de ninguém. Nas brigas entre irmãos, sempre nos dizia: “Perder é vencer!”. E explicava: “Quando ganhamos, de certa forma, acabamos atraindo o rancor de quem perdeu, que, geralmente, acaba nutrindo o desejo de ir à desforra. Como não podemos ver o sentimento do derrotado, continuamos vivendo despreocupadamente. Porém, é preciso saber que, quando somos odiados por alguém, espiritualmente forma-se uma espécie de nuvem escura ao redor de nosso corpo. E, apesar de invisível, esta nuvem se torna a fonte de vários infortúnios.”

2ª parte da Tradução livre do relato da Profa. Miyako Yoshioka
segunda filha de Meishu-Sama e Nidai-Sama (fonte: Revista Izunome)

Olá Amigos,
Espero que tenham gostado deste material de estudo, que foi esquecido por muita gente, (inclusive eu), que ele seja uma das nossas diretrizes para o ano de 2012, precisamos acreditar neste "Meishu-Sama" que nos foi apresentado  pela sua 2ª filha através desta entrevista, será que nós Ministros e Missionários estamos não deveríamos nos esforçar para nos aproximarmos deste sentimento de Meishu-Sama? São lições que não servem apenas para guardar na cabeça ou no nosso coração, mas precisamos sim, colocarmos em prática esses exemplos e mostrar que não somos apenas simpatizantes da Filosofia de Mokiti Okada, e sim verdadeiros Discípulos de Meishu-Sama !!!

Obrigado à todos os leitores do nosso blog e continuem comentando, seja através de apoio ou críticas, pois apenas compartilho aquilo que penso, e a opnião de vocês será sempre muito importante, já que não sou o dono da verdade e ainda tenho muito que aprender.

"Vamo que Vamo" que 2012 será um Ano Especial para todos nós que amamos  de verdade esta Obra Maravilhosa !!! 


23 de dezembro de 2011

Uma Grande Lição para todos nós Ministros e Líderes praticarmos em 2012


A Humildade de Meishu-Sama
Ao contrário do que muitos podem imaginar, apesar da posição que ocupava, Meishu-Sama era uma pessoa muito simples e acessível. Ele fazia questão de permanecer como uma pessoa comum, sem afetação ou ares de divindade, pois não almejava ser idolatrado; desejava, sim, que seu sentimento e atitudes nos servissem de modelo. Por essa razão, creio que Meishu-Sama veio para ensinar o modo de vida de uma pessoa comum.

O seu Exemplo era sua maior Orientação
 Ele não gostava de sermões. Nunca o ouvi pregar algum. Preferia ensinar demonstrando por meio da prática, do próprio exemplo. Empenhava-se para que todos o compreendessem.

O Lar de Meishu-Sama
Por ser o lar de um fundador de religião, muitas pessoas podem imaginar que vivíamos num ambiente austero. Muito pelo contrário. O lema de Meishu-Sama era “viver com alegria”.

O Bom Humor de Meishu-Sama
Como pai, sempre foi muito espontâneo, espirituoso e paciente. Não gostava de nos obrigar a nada. Ao invés de determinar aquilo que deveríamos ou não fazer, valorizava a iniciativa de cada um. Quando observava em nós algum comportamento impróprio, corrigia-nos, geralmente com bom humor.

Motivando as pessoas com seu Exemplo e Amor
Meishu-Sama dizia que a liberdade é uma dádiva de Deus e que, por isso, não devemos obrigar nem sermos obrigados a nada. Ele tinha consciência de que o ser humano não é movido por ordens e sabia, como ninguém, motivar as pessoas com seu exemplo e amor, levando-as a sentirem vontade de fazer as coisas.

1ª parte da Tradução livre do relato da Profa. Miyako Yoshioka
segunda filha de Meishu-Sama e Nidai-Sama (fonte: Revista Izunome)

Gostaria de agradecer o apoio recebido pela iniciativa do nosso blog, foram mais de 150 visitas em 2 dias, e dezenas de comentários a favor e 01 comentário contra o blog, dizendo que eu estava magoado por isso resolvi desabafar, gostaria de agradecer sua opnião "anônima", e dizer que a "Liberdade é uma dádiva divina" segundo Meishu-Sama, aprendi nesses 10 anos como Ministro Integrante, que não existe certo e errado, mas que cada um defende aquilo que acredita, então precisamos respeitar o ponto de vista de cada um, pois uma coisa é acharmos que o nosso caminho é o melhor, outra é achar que é o único caminho,  mas gostaria de pedir que continuem a se manifestar, pois tanto o apoio, quanto a crítica construtiva fazem parte da minha crença para construção de um Mundo Melhor !!! 

22 de dezembro de 2011

Outorgar Novos Membros ou Cuidar bem de quem já é Membro?

Definitivamente expandir uma Igreja não significa Outorgar mais Membros

Atualmente a Igreja mais parece um saco sem fundo: de um lado chegam novos Membros buscando atenção, conforto, felicidade, e etc... do outro lado afastam-se Membros e mais Membros, por uma série de motivos. (falaremos mais tarde sobre isso) Assim as Igrejas, para "formarem novos Membros", fazem coisas que é difícil de se acreditar. (eu também já fiz) Promessas e mais Promessas sem poder cumprir... "O Membro é a nossa razão; por isso não devemos medir esforços para ajudá-lo".

Pois bem, tudo isso me faz lembrar daquela história em que um homem, após morrer, chegou ao Mundo Espiritual e prontamente foi atendido por São Pedro; Com uma ficha na mão, e um ar de espanto, São Pedro foi logo dizendo: "Mas não é possível... Em tantos séculos aqui no Mundo Espiritual isto nunca me aconteceu. Veja aqui o que consta na sua ficha. Você é exatamente 50% bom e 50% mau, assim eu não sei o que fazer com você".

O homem, bastante encabulado, foi logo suplicando a São Pedro que o deixasse ficar no Céu, que ele se comprometeria em aumentar o seu lado bom. São Pedro pensou, pensou e respondeu: "Não acho justo que você venha aqui para o céu sem conhecer o Inferno, afinal de contas, justiça seja feita, você pode escolher entre aqui ou lá".

A conversa durou mais alguns minutos, com grande insistência de São Pedro para que o homem conhecesse o Inferno. Este, por sua vez, com grande relutância, querendo ficar no Céu. Para terminar o impasse, o homem disse que iria ao Inferno apenas para dar uma olhadinha, mas aquele silêncio angelical e o azul celeste representavam realmente o paraíso. Atravessando para o Inferno, o homem se deparou com duas grandes portas.

Em uma estava escrito "Só para Visitantes" e, na outra, "Entrada para Hóspedes". Rapidamente uma pessoa bastante distinta" o abordou, perguntando em que poderia ajudá-lo. O homem respondeu rispidamente que estava apenas dando uma olhadinha. Ainda assim o distinto senhor insistiu, e convidou-o para entrar pela "Sala de Visitas". Abrindo a porta, o homem se deparou com uma grande festa. Karaoke, Música ao Vivo, bebidas, uma bela decoração e muitas mulheres elegantemente trajadas.

O homem não relutou, voltou rapidamente ao Céu e agradeceu São Pedro pela insistência, pois seu lugar era realmente no Inferno. Deu a volta e correndo chegou rapidamente ao Inferno. No entanto, a porta "Só para Visitantes" estava trancada. Não vendo problema algum, foi prontamente pela "Entrada para Hóspedes", que "por sorte" estava apenas encostada. Deu o primeiro passo e subitamente caiu em um grande caldeirão com água quente.

O homem olhou para o lado e viu o mesmo senhor que o tinha atendido. Porém as suas roupas eram outras, assim como seu humor. Ainda assim o homem não hesitou em perguntar. "Onde estão as mulheres, o karaoke, a música, a bebida...?" E a resposta obtida foi a seguinte: "Antes você era um Frequentador (Membro em potencial), agora você é apenas mais um Membro".

Continuamos no próximo post

27 de julho de 2011

Você tem que encontrar o que você Ama

 Você tem que encontrar o que você Ama

Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura.

Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias. 

A primeira história é sobre ligar os pontos. Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais 18 meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei? Tudo começou antes de eu nascer.

 Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior. Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa.

 Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina. Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: “Apareceu um garoto. Vocês o querem?” Eles disseram: “É claro.” Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. 

Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade. E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades.

 Depois de seis meses, eu não podia ver valor naquilo. Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu, gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria ok. 

Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz. 

No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes. Não foi tudo assim romântico. 

Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo. 

Muito do que descobri naquela época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço.

 Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. 

Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante. Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida.

 Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse. 

Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. 

É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois. 

De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa – sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim. 

Minha segunda história é sobre amor e perda. Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados. 

Um ano antes, tínhamos acabado de lançar nossa maior criação — o Macintosh — e eu tinha 30 anos. E aí fui demitido. Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de futuro começaram a divergir. Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. 

O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador. Fiquei sem saber o que fazer por alguns meses. Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores. Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira. Foi um fracasso público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício]. Mas, lentamente, eu comecei a me dar conta de que eu ainda amava o que fazia. Foi quando decidi começar de novo.

 Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. 

O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida. 

Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa. 

A Pixar fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple. E Lorene e eu temos uma família maravilhosa.

Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple. 

Foi um remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava. Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia. Você tem que descobrir o que você ama. 

Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama. Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. 

E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz. 

Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue.

 Minha terceira história é sobre morte. Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: 
“Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último.” Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: “Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa. 

Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões.

 Porque quase tudo — expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar — caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração. 

Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas. Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de três a seis semanas. Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas — que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. 

Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus. Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro. Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor.

 Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia.

 Eu operei e estou bem. Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. 

Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade. O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém. 

Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas. 

Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior. 

E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. 

Todo o resto é secundário. 

Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid. 

Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes de o Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de Whole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. 

Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês. Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. 

Abaixo, estavam as palavras: “Continue com fome, continue bobo.” Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês. Continuem com fome. Continuem bobos. Obrigado.